Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 17/09/2020
O se cuidar
“Somos tão complexo que quando não temos problemas, nós criamos”, Cury fala da mente humana e como nós mesmos nos fazemos mal involuntariamente. Isto é, as pessoas enxergam mais os defeitos da vida do que o belo, o que transformam os pensamentos em um ciclo de ansiedade.
Primeiramente, observa-se uma sociedade que tenta anular os próprios sentimentos, afim de evitar “as dores da vida”. E assim, completa Cury: “quem não é honesto consigo mesmo, torna-se intocável e leva seus conflitos para o túmulo”, de modo que esse acúmulo de angústia, transforma alguém amargurado, sem propósito do futuro.
Além de como o cotidiano veloz influenciam tais pessoas, já que estas perdem a chance de verem os pequenos detalhes do dia, como um por do sol, consequentemente não terá tempo suficiente para conhecer si próprio. Então, normalmente, são eles que se viciam em remédios controlados para evitar o peso do dia a dia automático.
E é isso que reflete diretamente nos jovens, já que são eles que lideram os índices de ansiedade e depressão. Os adolescentes veem a vida adulta como uma esteira em alta velocidade que terão que correr o suficiente para não caírem, em outras palavras, imaginam que deverão ser perfeitos a todo momento para ter um espaço na sociedade.
Em síntese, percebe-se o quanto o homem sofre com as próprias armadilhas do consciente. Por isso, o ministério educação deveria ter como obrigatório na grade curricular do ensino fundamental ao médio uma disciplina direcionada ao tema socioemocional, como os materiais de Augusto Cury, para que assim as próximas gerações tenham o mínimo de conhecimento sobre a própria mente.