Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 14/09/2020

Promulgada pela ONU em 1948 a Declaração dos Direitos Humanos garante á todos os indivíduos o direito á saúde, á educação, á segurança, ao transporte e ao bem-estar social. Dessa forma com o aumento dos distúrbios de ansiedade, impossibilita que os cidadãos afetados desfrute dessa prática universal. Isso se evidencia pela negligência do poder público sob essa temática.Nesse sentido convém apresentar as principais causas, consequências e possível medida relacionada a esse impasse social.

Inicialmente, o acelerado estilo de vida do tecido social, influênciado pela necessidade de cumprir tarefas simultaneamente, e a velocidade em que deve se doar para atingir todas as expectativas a sua volta, acaba gerando autocobrança do próprio indivíduo, o que causa danos, significativos, na saúde das pessoas como síndromes do pânico ou transtornos mentais. O crescente número de casos é um fator alarmante atingindo cerca de 3% da população mundial, mas de acordo com o Jornal G1, o Brasil lidera como país mais ansioso do mundo. É pois, inaceitável que em uma pátria signatário dos Direitos Humanos, não possa garantir á população “saúde e bem-estar”.

Faz-se mister, ainda salientar, que a ansiedade é, de acordo com a OMS, uma doença patológica, que é definida como um distúrbio capaz de causar sentimento de preocupação ou medo excessivo, podendo gerar doenças psicossomáticas , atingindo assim o corpo físico, como úlceras ou hipertensão.

Portanto, o Ministério da Saúde deve desenvolver aplicativos de autoajuda viáveis a todos os dispositivos e campanhas com intuito de auxiliar de maneira eficiente, formas de lidar com os desafios do cotidiano, a fim de amenizar tais problemas . Espera-se com essas medidas colocadas em prática, alcançar uma sociedade cada vez menos ansiosa.