Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 02/07/2020
O Brasil tem o maior número de ansiosos do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso ocorre, pelo fato de o país ter uma alta instabilidade e diversos problemas que podem afetar a ansiedade de várias maneiras. O século 21 é uma época com transformações profundas e rápidas, dado que frustações familiares e profissionais causam ansiedades regulares. Esse transtorno pode causar problemas para o indivíduo como: depressão ou até o vício em medicamentos.
Segundo a pesquisa da OMS, a população brasileira tem 9,3%, ou seja, 18,6 milhões de brasileiros que sofrem de ansiedade. As causas mais comuns, são traumas, estresse, depressão, incluindo a tecnologia. Não existe uma faixa etária e gênero específicos para o início dos sintomas, assim até as crianças podem ser acometidas, de acordo com a psicóloga Ariella de Souza, do Centro de Atenção à Saúde da Unimed Cascavel.
Um estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos em 2014, diz que médicos que prescrevem medicamentos contra ansiedade e insônia a adolescentes, acabam criando uma geração de viciados. Já que, esses jovens possuem 12 vezes mais chance de ficarem dependentes do remédio do que aqueles que nunca receberam a prescrição. O abuso do medicamento ocorre pelo fato dos problemas que acontecem em suas vidas diárias e ainda por causa da internet que acaba causando uma pressão nos adolescentes no século 21.
Consequentemente, antes dos remédios serem receitados os pais e jovens devem se informar com os médicos sobre os efeitos colaterais dos medicamentos. Existem alternativas paliativas, podem ser iniciadas dentro dos lares, como: meditação, prática de atividades físicas regulares e rever os hábitos na internet. Desde que os responsáveis auxiliem nessa mudança de comportamento.