Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 22/06/2020

O filósofo John Stuart Mill apresentou a ideia de que o homem tem soberania sobre seu corpo e mente, o que expressa um mal-entendido sobre o atual estado psicológico da população brasileira. No entanto, como todos sabemos, devido aos grandes tabus da discussão, doenças mentais, como o transtorno de ansiedade, embora pareçam uma “epidemia silenciosa”, aparecem cada vez mais na vida da população. Nesse sentido, é necessário lidar com o assunto com cuidado para resolvê-lo.

Antes de tudo, o aumento do transtorno de ansiedade pode estar ligado à era contemporânea atual. Na era contemporânea, a auto-cobrança contínua segue o ideal de preferência, que aumenta o medo de frustração das pessoas, e o desconhecido do futuro acabará com o transtorno de ansiedade. Uma doença mental, que excede o escopo do controle pessoal e afeta negativamente suas atividades diárias. Nesse mau tempo, a doença criou um paradoxo: a pessoa ansiosa começou a lutar consigo mesma para eliminar os pensamentos ansiosos, para poder continuar a procurar o ideal que o deixava doente. Em vista disso, a Organização Mundial da Saúde enfatizou em 2017 que o Brasil é o país com o maior número de pacientes com ansiedade do mundo, o que confirma a existência generalizada dessa doença na vida das pessoas.

Por outro lado, poucos que procuram ajuda acabarão aumentando o número de pessoas com transtornos de ansiedade. Ao mesmo tempo, a frase de Maquiavel “nada é mais difícil do que assumir a liderança na mudança” reflete a situação vivida por muitos preconceitos e tabus que enfrentam pessoas ansiosas para admitir sua dificuldade em precisar de ajuda. Portanto, é preconceituoso que a maioria das pessoas na sociedade acredite que os problemas psicológicos não têm a oportunidade de ir à igreja ou simplesmente falar sobre drama. Além disso, as pessoas com esta doença às vezes pensam que podem se curar e negar sua condição clínica, o que leva a um aumento exponencial de seus números.

Em resumo, pode-se concluir que o Ministério da Saúde precisa fornecer urgentemente psicólogos e neurologistas em escolas e universidades todos os meses para tornar as pessoas mais vulneráveis ​​mais acessíveis aos serviços médicos. Além disso, os comerciais na TV devem desempenhar plenamente seu papel social, e as pessoas devem ser incentivadas a procurar ajuda, para que os tabus das pessoas sobre esse tópico se tornem misteriosos. Portanto, ao lidar com as causas e consequências da ansiedade, de fato, as pessoas podem ter soberania sobre seu próprio corpo e mente.