Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 21/06/2020

No Brasil, em aspectos da sociedade contemporânea, desde crianças a adolescentes, jovens ou adultos, todos passam por problemas em relação à saúde mental em si. A violência em excesso, a crise econômica, o desemprego e a má qualidade dos serviços públicos causam estresse e plena ansiedade. Dessa forma, a nação brasileira têm sido diagnosticada com uma “epidemia” de ansiedade.

Segundo dados da OMS, o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de pessoas passam por esse tipo de transtorno. Mesmo precisando de certo auxílio, ainda existe um tabu perante o uso de medicamentos. Muitos não querem usar os remédios, e outros não conseguem deixá-los a partir do momento em que começam a ter contato com o auxílio mencionado.

Seguindo esse pensamento, o historiador Leandro Sarnal reforça a ideia de que existe uma “epidemia de diagnósticos”, onde sempre há uma razão para deduzir algo de alguém, e pouco para decidir como melhorar a sua situação. Essa fala revela que, mais ainda, sempre haverão motivos para ser ansioso, seja na vida pessoal e até nos momentos nos quais é procurada devida ajuda.

Como forma de ajudar em reais questões psicológicas e não apenas diagnósticos diversos, afim de evitar consolar aqueles que precisam a apenas se entregarem ao uso medicinal, o governo deve, principalmente, prestar devido apoio às organizações de saúde como um todo, seja com o auxílio da mídia social, seja por apoio financeiro. Além disso, a voz do governo deve se espalhar em prol de mostrar o poder do profissional que trabalha a saúde mental da sociedade, por meio do apoio aos psicólogos, psicanalistas e psiquiatras, mostrando o poder dos mesmos ao combate da epidemia da ansiedade no país.