Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 19/06/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamado pela ONU em 1948, garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem estar. Porém desde a Guerra Fria, a ansiedade impossibilita que grande parte da população brasileira desfrute desse direito universal. Nessa perspectiva, esse problema será resolvido quando as pessoas souberem como evitar e lidar com esse transtorno. No Brasil, ensinam para os jovens que devem escolher suas profissões antes de se formar do Ensino Médio, que não se pode perder tempo, visto que isso levaria ao fracasso. Esse pensamento contradiz Sêneca, filósofo grego, que dizia que não devemos antecipar desgraças. Com isso, é importante que a escola e os pais respeitem as escolhas e sentimentos dos jovens e, também, entendam a gravidade dessa doença. É notório que depois da Guerra Fria o mundo sofreu um avanço tecnológico global, impactando diretamente na vida das pessoas. O aumento do consumo, juntamente com o aumento da industrialização, gerou competitividade e, desse modo, a demanda por inovações. Apesar dos benefícios trazidos, houve um aumento nos diagnósticos de doenças, oriundas de longas jornadas de trabalho. Fica evidente que é necessário que o MEC, juntamente com a escola, disponibilize palestras para os pais, sobre como não pressionar seus filhos, para que os jovens se sintam confortáveis. Além disso é importante que o Ministério da Saúde disponibilize propagandas objetivas, com o intuito de atingir de atingir o público jovem que acabou de adentrar o mercado de trabalho, visto que são um dos principais impactados por esse transtorno.