Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 15/06/2020

Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, na qual acredita em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso no combate à ansiedade na sociedade contemporânea  torna o país mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela orientação indiscriminada de medicamentos, seja pela instabilidade governamental.

Primeiramente, é válido ressaltar que uma das causas da orientação errônea de remédios oferecidos pelos psiquiatras é a falta de maneiras aceitáveis que dissipem a ansiedade de modo natural, sem danos posteriores. Isso acontece, principalmente, em virtude da procura de formas que deem respostas mais rápidas a curto prazo aos pacientes.  Exemplos disso, podem ser encontradas nas informações divulgada pelo psiquiatra Barros que afirma a relação de custo-benefício  é a favor do paciente e que pode ter efeitos colaterais a longo prazo.

Além disso, é indispensável reconhecer como os problemas gerais da nação brasileira limita a cidadania do indivíduo, que tem direito ao bem-estar social. Segundo Gilberto Dimenstein, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o país, o Brasil é negligente quando o assunto é os distúrbios de ansiedade.

Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do Estado - órgão responsável por todas as leis que regem o país - criar suporte que incentive as vítimas de ansiedade a realizarem atividades físicas, por meio do investimento em instrumentos relacionados a área da saúde e profissionais desse setor, a fim de construir uma população menos ansiosa.