Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 15/06/2020

É notório que, o anseio com relação as piores perspectivas de futuro é um dos principais causadores da ansiedade.    No contexto atual do Brasil, as aflições a cerca da violência e do desemprego minam a saúde mental do indivíduo na sociedade, além de escancarar os problemas sociais do pais.

Dados divulgados em 2014 pela OMS, apontam que o Brasil é o décimo pais com mais mortes por arma de fogo, não bastasse isso, muitos dos mortos são civis inocentes.   Logo, habitantes de regiões de alta periculosidade como favelas e periferias, estão mais propensos a desenvolver transtornos de ansiedade, visto que, a violência é algo intrínseco ao seu dia a dia, seja na ida ao trabalho ou em sua própria residência, portanto, os fatores listados permitem o surgimento ou agravamento de quadros psiquiátricos ligados ansiedade.

Segundo dados do IBGE, o desemprego no pais em 2020, já passa dos 11% e conforme a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, 7 em cada 10 pessoas sem emprego alegam sofrer de ansiedade.     De maneira que, índices como  esses, associados as incertezas geradas pela falta de renda, resultam em um não vislumbre de melhoria futura e sensação de impotência do indivíduo para com si próprio, podendo muitas vezes levá-lo a sentimos de angustia, tormento e ansiedade.

Em virtude dos fatos mencionados, se faz necessário a ação do governo federal, especificamente nas figuras dos ministérios do trabalho e segurança pública, que irão assegurar o estado de bem estar social, por meio das ações ostensivas das polícias civis e militares, seguidamente da adoção do keynesianismo como forma  de combater a falta de empregos e a alta da inflação.    Em suma, esses atos tem por objetivo garantir a estabilidade emocional dos concidadãos, através da harmônia econômica e do aumento da segurança, principalmente em zonas de  baixo IDH.