Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 13/06/2020
Ao passo que a população se torna cada vez mais imediatista, distúrbios emocionais se fazem presentes ordinariamente. Tais transtornos caracterizam a ansiedade, que atua como precursora de problemas nervosos e cardíacos. Vale ressaltar que o imediatismo é causado, principalmente, pelo acesso corriqueiro a redes sociais e meios midiáticos, bem como, entre os jovens, pela constante exposição a provas acadêmicas e escolares.
Em primeira análise, é lícito postular que a ansiedade não apresenta uma cura definitiva, mas é possível tratá-la. Uma das maneiras é lançar mão de remédios ansiolíticos, que amenizam os sintomas desta enfermidade. Todavia, por conta dos seus efeitos colaterais, a utilização destes medicamentos é um tabu. Este fenômeno já ocorreu com os coquetéis ingeridos por aqueles que possuíam a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (SIDA ou AIDS) nos anos 90.
Sob outro prisma, é necessário externar que a criação de medidas profiláticas é mais vantajosa para o bem comum. Ora, há umas sorte de moléstias, como a ansiedade, que, em prática, apresentam tratamentos mais difíceis do que a realização de suas medidas preventivas.
Portanto, seria sensata a propagação de técnicas de precaução à ansiedade, numa ação conjunta entre o Ministério das Comunicações e o Conselho Federal de Medicina. Atividades físicas, flexibilização de avaliações escolares e menor exposição a redes sociais na infância são possíveis agentes preventivos. Por fim, tomada esta medida, a sociedade brasileira se libertaria de uma de suas maiores epidemias.