Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 17/06/2020

Platão afirmou: “O importante não é viver, mas é viver bem”. Esse pensamento pode se inserir perfeitamente na vida da população brasileira da atualidade  que vive o drama dos desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea. Nesse aspecto, os obstáculos políticos e sociais enfrentados por pessoas ansiosas impedem a qualidade de vida e  desenvolvimento interpessoal, e é motivado por questões sociopolíticas.

Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de base política acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação da sociedade civil e do poder público ao perceber a ansiedade na realidade  de muitas famílias brasileiras.Nesse aspecto, a OMS- Organização Mundial da saúde, divulgou um relatório mostrando que o número de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo era de 264 milhões em 2015, com um aumento de quase 15% em relação a 2005 e pessoas com transtornos mentais enfrentam uma série de burocracias em relação aos tratamento com uso de medicamentos  e  acompanhamentos psicoterapêuticos.Nesse contexto, cerca de 9,3 % sofre de algum transtorno de de ansiedade e logo o estágio depreciativo, que em alguns casos termina em suicídio.

Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como discriminação, impaciência e violação dos direitos sociais são aspectos hostis da sociedade brasileira. Dessa forma , muitas famílias não vivem bem  conforme afirma Platão. Nesse sentido,a falta de qualidade  e democratização na saúde pública do Brasil se perpetuam e geram conflitos sociais, o que gera o retrocesso nacional.

Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário que o governo unindo -se  a OMS - Enfatizem o bem-estar dentro das abordagens dos direitos humanos e promovam reflexões através de programas de integração social como cursos de capacitação para psicólogos, médicos , assistentes sociais e população com princípios sociais mais justos, que agilizem  o processo de sanar as necessidades da saúde brasileira, principalmente os transtornos emocionais.