Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 17/02/2022

O filme “Wall-e” retrata uma realidade em que os humanos esgotam os recursos do planeta através da poluição e, ao inviabilizarem a vida na Terra, partem para explorar outros astros. Tal como na obra, a relação entre o homem e o meio ambiente tem mostrado-se cada vez mais desharmoniosa e prejudicial para amabas as partes. Dessa forma, o consumismo exarcerbado e a aliança entre tecnologia ao desenvolvimento sustentável são questões relevantes para a harmonização do relacionamento humanidade e natureza.

Em primeiro plano, vale ressaltar que a formação social do exagero em relação ao consumo resulta em graves complicações ambientais. Para o sociólogo Theodor Adorno, a alienação exercída pela denominada “Industria Cultural” leva os indivíduos a ausência de consciências sobre os resultados de suas ações. Ou seja, os seres perdem a noção de como suas ações, mesmo que nas menores proporções, como a troca desnecessária de bens duráveis, podem afetar o ecossistema. Nesse sentido, a alienação consumista tem grande responsabilidade no esgotamento das matérias-primas e recursos naturais atuais.

Sob outro viés, a inexistência de uma integração efetiva e constante entre tecnologia e sustentabilidade é uma entrave hodierno. Tendo isso em vista, a Organização das Nações Unidas estabeleceu com meta até 2030 o desenvolvimento mundial de indústrias tecnológicas com foco na inovação e responsabilidade ambiental. Isto é, não ocorrerá um regressção nos impactos já realizados, entretanto, é possivel garantir um desenvolvimento de tecnologia com base nas questões ambientais e nas preocupações com o futuro.

Portanto, compreende-se a necessidade de superação dos estigmas supracitados para o aperfeiçoamento da relação seres-ecossistema. Assim, cabem aos órgãos públicos competentes a acriação de campanhas de alerta sobre as consequências do consumismo, afim de promover conscientização e mudança de hábitos. Para além, cabe as autoridades de Estado a fiscalização constante do cumprimento efeitivo das lesgislações ambientais pelas instuições privadas, evitando a sobrecarga ambiental. Com essas medidas e outras, a ficção Wall-E jamais se tornará uma realidade.