Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 19/12/2020
O filme “O Lorax: em busca da trúfula perdida” conta a história de um mundo hipotético, no qual o ser humano chegou no nível máximo de desequilíbrio, destruindo todas as trúfulas (árvores) e precisando comprar ar para sobreviver. Não obstante, ao ocorrido no filme, o homem está caminhando para impactos ambientais imensuráveis.Tal processo é explicado pelo uso desenfreado de recursos naturais, atrelado a ganância e consumismo perder em uma questão paradoxal.
A priori, cabe analisar como causas dos problemas ambientais. Historicamente, o brasileiro sempre viu a natureza como fonte de geração de riquezas, exemplo disso no passado foi o processo de colonização e atualmente é a expansão da fronteira agropecuária. Em decorrência dos fatos, a Mata Atlântica e o Cerrado ganharam o título de hotspots, ou seja, biomas que estão em risco de extinção e necessidades especiais. Nesse sentido, consegue-se perceber o extremo descuidado e falta de políticas públicas para mudar o cenário.
Outrossim, as sequelas do desenvolvimento humano são perceptíveis. Segundo o excerto do filósofo Jean Jacques Rousseau “tornamos-nos deuses da tecnologia, mas permanecemos macacos na vida”, percebemos a relação entre o capitalismo e o meio ambiente. O ciclo vicioso de desmatamento, empobrecimento das águas, empobrecimento do solo são apenas consequências do gasto humano. Todo esse ciclo gera uma conta que será paga com a própria vida hominídea, uma vez que esta precisa da natureza para sobreviver.
Fica evidente, portanto, que medidas devem ser iniciadas para o crescimento econômico não acarretar no paradoxo decrescimento da existência dos homo sapiens. Cabe ao Ministério do Meio Ambiente, criar leis que determinem o uso sustentável, além dar incentivos fiscais para empresas e medidas ecologicamente corretas, com o intuito de buscar um equilíbrio homem e natureza. Ademais, é dever do Ministério da Educação a implementação na grade comum currícular o ensino da importância da preservação. Desta forma, não precisaremos procurar pela última trúfula.