Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 31/07/2020
No filme “Interstellar”, a permanência da população na Terra encontra-se ameaçada, visto que o excesso de poluentes na atmosfera compromete a vida no planeta. Acerca dessa lógica, a inserção de energias renováveis coadjuva, em sua maioria, para a diminuição da poluição atmosférica. Não obstante, a utilização desses novos meios de energia contribui, substancialmente, para parte do desenvolvimento econômico do País. Logo, ações estatais que estimulem os fatos apresentados fazem-se prementes.
Destarte, o uso de energias renováveis provoca, geralmente, a redução de gases poluentes no meio ambiente. Sob essa óptica, segundo o ambientalista Uberdam Andrade, “O uso de energias renováveis provoca, a longo prazo, a preservação dos recursos naturais”. Nesse viés, com o aumento das emissões humanas, as novas fontes de energia, que não alteram a paisagem natural com a sua extração e não oferecem riscos iminentes de possíveis contaminações, tornam-se um fator importante para a preservação do meio ambiente e contribuem para uma melhor qualidade de vida parte da população brasileira. Desse modo, medidas tecnológicas que desenvolvam esses meios são urgentes. Outrossim, por apresentar abundância na natureza, essas novas fontes de energia cooperam para o barateamento da distribuição de energia no País. Nessa conjuntura, de acordo com o Balanço Energético Nacional (BEN), a energia gerada por biomassa representa 8,5% da matriz energética brasileira. Diante disso, o uso desses meios renováveis é importante, uma vez que a utilização de recursos mais baratos favorece, em maioria, para a democratização do acesso à energia elétrica para parte da população brasileira, progredindo, substancialmente, a economia do País. Por esses intermédios, torna-se mais eficaz o investimento no desenvolvimento dessas fontes visando ao bem-estar populacional e econômico.
À luz dessas considerações, é fulcral que o Governo, junto ao Ministério de Minas e de Energia, deve investir no desenvolvimento de políticas que estimulem as grandes empresas a utilizarem os novos meios renováveis de energia, com a aplicação de incentivos de capitais à aquelas que buscarem a implantação desses meios, objetivando a maior preservação do meio ambiente. Ademais, o Governo Federal deve ampliar os estudos acerca da distribuição de energia elétrica para a população mais desfavorecida, com a implantação de centros de pesquisas nas universidades federais, buscando a ampliação do uso dos novos meios renováveis, unindo o desenvolvimento dessas tecnologias para uma melhor qualidade de vida de parte da população. Por esses intermédios, as energias renováveis podem se tornar aliadas para o desenvolvimento próspero do País.