Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 19/05/2020

Em 1850, a população mundial viu surgir na Inglaterra um dos maiores saltos da humanidade, a Revolução Industrial. A mudança da transformação do artesanato para uma maior escala, fez com que o comércio e as novas tecnologias aumentassem exponencialmente. Entretanto, a larga extração de produtos naturais por fábricas causou crises ambientais, principalmente a de recursos não renováveis. A partir disso, fez-se necessário a procura por políticas sustentáveis e sua aplicação de forma efetiva.

É preciso entender, primeiramente, que o impacto ambiental já mostrou suas consequências em vários aspectos, inclusive na saúde dos seres vivos.  Segundo afirma o filósofo Francis Bacon, “Os segredos da natureza se revelam mais sob a tortura dos experimentos do que no seu curso natural”, indicando que a natureza ao ser desequilibrada pelo homem, mostra-se imprevisível.

Paralelo a isso, percebe-se a comum falta de interesse por empresas em aderir à alternativas, muitas vezes por questões econômicas. Apesar de necessária, a tecnologia e inovação apresentada por indústrias não deve vir com o custo da existência do planeta. Um exemplo de alternância é o Protocolo de Paris, acordo onde vários países comprometem-se a diminuir seus danos à mudança do clima global. Porém, há uma grande dificuldade no respeito desse pacto, pois é menos rentável financeiramente um estilo industrial quando é acatado as normas sustentáveis. Sendo assim, fundamental não apenas a criação de normas, mas o incentivo governamental para coexistência de um ideário rico natural e tecnologicamente.

Portanto, fica evidente que políticas sustentáveis são cada vez mais essências , para uma relação estável com o meio ambiente. Para isso, iniciativas privadas deve aderir à sustentabilidade em suas práticas, como por exemplo, a diminuição de gases do efeito estufa e recursos da flora. Ademais, deve ser estimulado através de incentivos fiscais, para assim ter uma maior homogeneidade com as empresas. Feito isso, o âmbito natural poderá se auto-curar dos danos sofridos nos últimos 170 anos e seguir uma evolução não somente tecnológica, mas comportamental.