Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 28/10/2019

Desde o Protocolo de Kyoto, que ocorreu no ano de 1997 no Japão, várias potencias industriais assumiram um compromisso de reduzir gases de efeito estufa na atmosfera, como forma de preservação ambiental. No entanto, na atualidade ocorre uma oposição dos fatos, pois países ricos como os Estados Unidos não cumprem essa normativa, pelo qual alegam ser dependentes de recursos naturais, o que pode acarretar à patologias irreversíveis para os seres vivos. Com isso, torna-se preocupante a situação ecológica no planeta, necessitando com urgência mudanças em prol da sociedade.

Diante disso, alguns fatores contribuem para a degradação ambiental, como o consumo exacerbado das diferentes classes sociais em relação a produtos de origem animal visando primordialmente o lucro obtido de carnes e semelhantes. Logo, a criação de bovinos traz consequências danosas para o ar atmosférico, uma vez que, o gás metano liberado do trato digestivo dessa é responsável pela poluição, ocasionando ao aquecimento global. Assim, é notável a participação direta do homem bom nessa relação, pelo qual a sociedade corrompe sua natureza para seu próprio benefício, como afirmava o filósofo Rousseau.

Também, as indústrias e os automóveis são responsáveis pelo desgaste ambiental, visto que, esses emitem diariamente grande quantidade de gases tóxicos prejudiciais a saúde do homem. Dessa forma, muitas pessoas que vivem nos grandes centros urbanos e convivem com a vasta malha industrial e automobilística, ficam suscetíveis a problemas respiratórios, como asma e bronquite, e em casos mais graves, a cânceres. Vale ressaltar que, no segundo semestre de 2019 a cidade de São Paulo foi acometida de um episódio ambiental inédito, porquanto “o dia virou noite” devido a fumaças vindas das florestas brasileiras, tendo o homem participação efetiva no processo de desmatamento.                               Portanto, algumas medidas devem ser adotadas para que tal situação seja contornada. Destarte, o Ministério do Meio Ambiente deve ampliar as leis ambientais vigentes no país, por meio de fiscalizações rígidas em indústrias e agropecuária brasileiras, como limite para uso de elementos químicos e semelhantes, com a finalidade de reduzir gases de efeito estufa e degradação ambiental. Ademais, ONGs (Organizações Não Governamentais) devem criar em espaços públicos políticas que conscientizem a comunidade aos riscos advindos da poluição ambiental, por intermédio de demonstrações e relatos de pessoas vítimas de patologias. Assim, de acordo a eficácia de tais aplicações governamentais e sociais o índice de mazelas que assolam o mundo reduziria gradativamente, beneficiando todos os seres vivos do planeta.