Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente

Enviada em 30/04/2019

O futuro depende do presente

No final do século 20, a teoria ecomalthusiana baseava-se na ideia de que o crescimento populacional exagerado pressionava os recursos naturais, prejudicando as gerações futuras. Nesse contexto, com o advento da globalização, o homem tornou-se cada vez mais ambicioso e consumista desconhecendo os limites da exploração ambiental, visando a maximização dos lucros. Assim faz-se, necessário conscientizar os indivíduos sobre a preservação dos elementos da natureza e reavaliar as políticas sustentáveis.

Em primeira instância, cabe mencionar que segundo o relatório Planeta Vivo, a população mundial consome 30% a mais do que o planeta consegue repor. A consequência disso é o crescente desperdício e a formação de uma enorme quantidade de lixo. Esses fatores contribuem para o agravamento das mudanças climáticas no planeta.

Além disso, o Estado se mantém leviano no que tange à preservação ambiental. A falta de fiscalização possibilita que as empresas continuem liberando grandes quantidades de CO2 na atmosfera, fazendo grande uso de energia elétrica e de água, o que gera a degradação e a devastação do meio ambiente e, consequentemente, a destruição dos ecossistemas. Então, tornar-se evidente a necessidade de instituir políticas de desenvolvimento sustentável efetivas e aprimorar as existentes.

Entende-se, portanto, que o homem na sua ânsia de satisfazer seus prazeres supérfluos usufrui de forma exacerbada os recursos do meio ambiente sem pensar nas consequências disso. Dessa forma, o Poder Público poderia investir em palestras afim de que os jovens entendam a importância da educação ambiental. De forma conjunta, a população necessita ter consciência de sua parte no processo, optando por medidas sustentáveis. Com tais medidas é possível promover o equilíbrio entre sociedade, natureza e economia.