Os desafios da relação entre o homem e o meio ambiente
Enviada em 12/03/2019
É de conhecimento geral que, no ano de 2019, sobreveio um impacto ambiental na cidade de Brumadinho (MG), ocasionado pelo jorro de lama da Companhia Vale na Mina do Córrego Feijão. Ademais, a tragédia deixou como legado ambiental e econômico indivíduos afetados de forma holística, tendo em vista que não só atingiu a moradia das sociedades que residiam próximo ao local, mas também prejudicou fortemente a economia e as reservas de água.
Relativo ao prejuízo causado na economia pode-se analisar que, em conformidade com as estimativas da produção industrial do País, os efeitos do rompimento da barragem contribuíram para um drástico decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB). Convém lembrar ainda que inúmeras lojas e comércios do município de Minas Gerais tiveram uma queda significativa em suas vendas, pois retardaram o processo de abertura do local em respeito e sentimento de luto.
Tendo em vista as reservas de água, foi notório evidências de sua contaminação não apenas pelos moradores que estavam no centro da catástrofe ambiental como também por aldeias indígenas que residiam no epicentro e que dependiam fortemente do rio que tinha próximo às suas moradias. Haja vista, o prejuízo causado ao rio levou à morte dos peixes, ocasionando um odor pútrido, que se alastrou pela comunidade.
Portanto, torna-se indispensável a atuação da Agência Nacional de Mineração aliada ao Estado, pois podem fomentar normas fundamentais para desviarem-se de tragédias ambientais como essa, priorizando a checagem de barragens, sobretudo as com grande potencial de danos. Outrossim, é essencial a mobilização de corpos docentes especializados para tornar o resgate eficaz.