Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 28/10/2017
Medidas necessárias
Relativo à mobilidade urbana no Brasil, nota-se um contínuo cenário de caos, herdado de políticas rodoviaristas que vigoraram intensamente no governo de Juscelino Kubtischek. Na atualidade, o problema toma formas ainda maiores quando é observada a pouca preocupação dos órgãos municipais e estaduais e dos indivíduos no combate à problemática, impondo desafios. À vista disso, cumpre analisar soluções efetivas, principalmente porque essas falhas ocasionam atrasos na economia e – por consequência – no desenvolvimento do país.
Em primeira análise, constata-se o mau planejamento do governo federal nas grandes metrópoles. De acordo com o IBGE, o país registrou uma taxa de crescimento populacional de 0,07% em 2017. Com efeito, o aumento de membros do corpo social torna primordial, também, a ampliação dos meios de locomoção. Ocorre que os meios de transporte dos quais dispõem os brasileiros ainda se mostra deficiente – sobretudo quando é analisada a capacidade de contenção de gastos operada pelos gestores federais. Nessa lógica, impõe-se a falta de medidas para o funcionamento de trens e de metrôs
De outro lado, consideram-se ainda os danos causados ao meio ambiente. De maneira inequívoca, a ideia de que o importante é viver bem, atribuída a Platão, é contrariada, o que evidencia consequências desarmônicas ao tecido social. Exemplos disso se tornam evidentes no fato de, nas grandes metrópoles, ser enorme a queima de combustíveis poluentes nos carros e, sobretudo, nos ônibus públicos. Paralelamente a isso, tanto a ineficiência do Estado como o descuido dos cidadãos traduzem um agravamento nas questões relacionadas à problemática. Com isso, emerge necessário avaliar as possíveis medidas para, pouco a pouco, revertê-la.
Destarte, com o fito de garantir maior qualidade de vida do cidadão brasileiro, é imperioso cumprir medidas que melhorem a circulação das cidades. O Ministério dos Transportes deve criar saídas alternativas nos grandes centros urbanos, por meio de associações entre governadores, prefeitos e, inclusive, especialistas na questão. Essa iniciativa teria a finalidade de evitar danos ao meio ambiente, com a diminuição de materiais de poluição ao ar – a partir do implemento de políticas em prol de maior sustentabilidade e de melhores alternativas ao brasileiro. Tal ação pode propiciar a diminuição dos impasses ainda existentes em tal questão.