Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 27/10/2017

Cidades como o Rio de Janeiro, Salvador e Recife ocupam as primeiras posições no ranking mundial das cidades que possuem os piores engarrafamentos, de acordo com a revista EXAME. Com isso, esses dados levam a conclusão de que a mobilidade urbana brasileira passa por diversos problemas e pouco se é feito para soluciona-los. Portanto, dentre os fatores que agravam essa problemática pode-se destacar a falta de investimento governamental para novas alternativas de transporte coletivo no país e as péssimas condições que os transportes públicos brasileiros existentes se encontram.

Em função disso, esses transportes já existentes encontram-se nessa situação deplorável, pois o Governo Federal do país preocupa-se mais em atrair empresas multinacionais automobilísticas para uma maior aquisição lucrativa, do que em melhorar a qualidade dos transportes públicos brasileiros e buscar outra alternativa para aumentar a arrecadação de capital. Logo, por essa falta de controle de qualidade o brasileiro se vê em uma sinuca de bico, porque ele escolhe entre andar mais confortável em seu automóvel ou se locomover em um veículo coletivo caindo aos pedaços que não há segurança. Um exemplo disso foi visto em Goiânia, em que ônibus da empresa estadual encontrava-se enferrujado, de acordo com o jornal O Popular.

Além do mais, a falta de novas alternativas de transporte público contribui para o aumento dos problemas de mobilidade urbana também. Visto que, só as cidades que sediaram eventos como a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no caso o Rio de Janeiro, receberam novos meios de transporte coletivo. Assim, populações de outros estados como Goiás, Espírito Santo e Tocantins sofrem com a escassez de transporte público, sendo que nesses estados o único meio de transporte público existente e que não encontra-se em melhores estados é o ônibus.

Diante disso, para a crise da mobilidade urbana desapareça, é necessário que o Governo Federal juntamente com o Governo Estadual dos respectivos estados, aumente as alternativas de transporte público no país como o Vlt, Brt e metrô. Além disso, é preciso que o Governo Federal procure novas formas de acarretamento de investimentos internacionais, por meio da exportação de metais preciosos e de commodities por exemplo, além de usar esse dinheiro para melhorar a qualidade física do transporte público em questão, para que situações como a de Goiânia, não ocorram mais. Logo, o brasileiro evitará a compra excessiva de carros e a crise da mobilidade urbana será solucionada.