Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 25/10/2017
Como uma necessidade básica, a locomoção do ser humano é indispensável. Desde a criação da roda, no qual possibilitou o percorrimento de longas distâncias em um tempo restrito. Embora a Revolução Industrial tenha trago consigo mudanças exponências nos transportes, séculos depois torna-se um problema estrutural em cidades por todo o mundo, devido ao aumento de veículos.
No Brasil em período colonial, o deslocamento era feito pelos animais. Com a grande exportação cafeeira introduziu-se os trens. A chegada das indústrias automobilísticas na metade do seculo XX, proporcionou a construção de rodovias que foram destaque nessa época, sendo a principal via de escoamento de mercadorias quanto de pessoas. A grande quantidade de automóveis, através da facilitação da compra, promoveu o inchaço destes nas ruas das cidades brasileiras, acarretando problemas estruturais graves, como longos engarrafamentos nos períodos de pico.
A dificuldade dos órgãos públicos e do poder executivo, além da corrupção, é refletido nas ruas, avenidas e rodovias cada vez mais esburacadas, sem sinalização e alto índices de acidentes. O grande contingente de carros aumenta a emissão de gás carbônico, contribuindo diretamente no aquecimento global e na chuva ácida. Outro impasse enfrentado é a pouca utilização dos transportes públicos, cada vez mais degradados e sem estrutura para atender idosos e deficientes.
Portanto, é viável ao governo tanto federal, estadual e municipal, a mudanças alternativas das vias de escoamento, como hidrovias, linhas férreas etc. É necessário implementar e incentivar o uso de transportes coletivos dando maior acesso a idosos, deficientes, além de diminuir a poluição atmosférica, contribui para baixos índices de congestionamento. É de suma importância investimentos que abrangem à reforma e melhoramento das rodovias em todo o país, também à manutenção correta de ruas e avenidas nos centros urbanos.