Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 28/10/2017
Sabe-se que a mobilidade urbana consiste em proporcionar condições favoráveis de deslocamentos para os cidadãos, a fim de chegaram em seus destinos em um curto prazo. Partindo desse princípio, é perceptível que há uma anomalia nas grandes metrópoles acerca da logística ineficaz em relação a mobilidade das pessoas, ou seja, a ausência do Poder Público, e além disso, a má qualidade dos transportes públicos potencializa essa mazela social, logo, digna de debates para amenizá-la.
Sobretudo, a mobilidade urbana é centrada nos cidadãos, e não nos veículos. Isto é, o acesso amplo e democrático nos espaços urbanos é vinculado pela duração do deslocamento das pessoas. Em vista disso, 80% dos habitantes brasileiro residem em áreas urbanas, de acordo com o IBGE, dessa maneira, a construção de escolas, postos de saúde, pontos trabalhísticos e áreas de lazer em locais onde há grande massa popular se sobrepõem em relação a construção de vias.
No que se refere a corredores de transportes públicos, é visível que isto é uma problemática no cotidiano das pessoas que habitam em periferias. Dessa forma, o fenômeno do movimento pendular é intensificado pela falta de terminais de integração rodoviários e metroviários nesses lugares, pois a duração para chegarem em seus destinos será maior.
Entende-se, portanto, que a mobilidade urbana é plausível de mudanças que atendem as dificuldades da população. Cabe ao Governo a criação de terminais de integração em locais desfavoráveis, distantes dos centros urbanos, e além disso, proporcionar para a sociedade ônibus novos e seguros que irá facilitar a locomoção. Ademais, o Executivo em consonância com o Legislativo podem administrar projetos que irá, gradativamente, melhorar a mobilidade, ou seja, a construção de bairros planejados, com áreas de lazer, postos de saúde, supermercados e escolas, pois isso diminuirá o fluxo populacional nas vias e facilitará a vida dos cidadãos.