Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 23/08/2023

Quando a primeira rodovia pavimentada do Brasil foi inaugurada em 1928, o então presidente do país, Washington Luís, começou a implementar o lema de seu governo: “Governar é pavimentar o caminho”. Mas, alguns anos depois, as políticas desenvolvimentistas de outro presidente, Juscelino Kubitschek, distorceram esse ditado, ao incentivarem a indústria automobilística, ainda que inspirada no projeto do ex-gestor estatal, de um crescimento desordenado, que tem graves consequências. Questões de mobilidade O estado do ambiente urbano do Brasil não é propício ao bem-estar nacional.

Na verdade, o transporte urbano no Brasil enfrenta muitos desafios. Para comprovar esta tese, pode-se citar o fenômeno coloquialmente conhecido como “engarrafamento”. Este é um grande problema que o setor de transportes do país enfrenta devido ao aumento maciço da propriedade de veículos motorizados e ao ligeiro aumento no número de vias expressas em todo o país. Isso porque, além de tornar a malha viária cada vez mais insegura, esse infortúnio também prejudica a economia do país, pois as pessoas perdem tempo no trânsito que poderia ser utilizado para atividades de trabalho etc., o que gerará renda e fluxos financeiros

Assim, fica evidente o prejuízo na esfera social causado pela falta de mobilidade nas cidades brasileiras. No entanto, este campo não é o único afetado por tais problemas. Do ponto de vista biológico, pode-se argumentar que a ineficiente rede locomotiva do país é responsável pelo aumento da poluição atmosférica e sonora em sua região. Além disso, devido à falta de planejamento urbano, as “áreas verdes” são muitas vezes substituídas por ferrovias ou estradas, o que geralmente não alivia os problemas de congestionamento urbano, como evidenciado pelos equívocos históricos desenvolvimentistas, Jusset Já mencionado por Juscelino Kubitschek.