Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/08/2023
Durante o governo de Juscelino Kubitschek a indústria automobilística e rodovias do Brasil foram aprimoradas. Portanto, não foram implementadas políticas públicas adequadas para minimizar os impactos socioêconomicos e ambientais que houveram na mobilidade urbana.
Sobretudo, a venda de automóveis em grande escassez atinge o deslocamento civil, uma vez que a venda de carros e motos em grande porcentagem atinge a mobilidade urbana, causando engarrafamentos e também da grande dificuldade do deslocamento de pessoas pela cidade, visto que a maioria das cidades não possuem o planejamento efetivo para mobilidade urbana.
Então, é fundamental explicar que o uso de energias não renováveis é um grande fator que ajuda nesse problema. Nesse contexto, o uso de gás carbônico para a movimentação desse veículos ajuda para que a poluição se agrave e avance cada vez mais, o que acaba afetando a camada de ozônio e contribuindo para o aquecimento global, além de ser altamente prejudicial a saúde humana pois acaba desenvolvendo doenças cardiorrespiratórias.
Em suma, se deduz que é importante combater os problemas apresentados. Para isso, é necessário que a Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos realize construções de ciclovias e instalações de bondes e metrôs, assim como o preço baixo de passagens dos transportes públicos e também a população como um todo devem adquirir o hábito de andar de bicicleta ou ir a pé em lugares mais pertos, com o intuito de melhorar a mobilidade urbana no Brasil. Dessa forma, acabará se obtendo cidades mais organizadas em relacão a esse caso.