Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 06/10/2017

Juscelino Kubitschek foi eleito presidente da República em 1955, E um dos seus maiores feitos foi o Plano de Metas. O plano de metas consistia em um projeto de desenvolvimento econômico, que o priorizava o setor de transporte. Desde então, Brasil se tornou um país rodoviário, divido por enormes estradas de asfalto. Esse feito, ocasionou a vinda de inúmeras empresas automobilísticas, que chegavam até o Brasil atraídas por um novo mercado em crescimento.

Primeiramente, é preciso entender que a mobilidade urbana está diretamente ligada ao desenvolvimento da cidade. A concentração de muitas pessoas em um único local, acarreta uma dificuldade de locomoção, já que no Brasil a média de carros é um para cada 4 habitantes de acordo com infográfico do G1. Nos horários de “pico”, isso se torna pior, uma vez que ainda há preferência pelo transporte particular. Consequência disso,são as inúmeras filas de carros parados por horas no trânsito.

Além disso, A facilidade em se adquirir um carro próprio tem se tornado cada vez maior. Hoje, por concentrarmos um grande número de fabricantes de automóveis, podemos escolher as formas de pagamento, e comparar valores que se encaixam em cada orçamento. Isso faz com que as pessoas deixem de usar o transporte público e dê preferência ao particular.

Torna-se evidente, portanto, que o projeto de Juscelino facilitou esse processo. E agora, cabe as Ministério do transporte junto com o Presidente da República mudar o investimento do transporte rodoviário para o hidroviário no Brasil, já que possuímos uma grande extensão de rios navegáveis, e por dá mais autonomia as cidades, ligando umas as outras com maior facilidade. Além disso, Fazer investimentos e produzir cidades independentes, com uma maior disponibilidade em empregos, sendo assim não seria necessário um deslocamento para um grande polo onde já possui o seu número de automóveis alto, mudando totalmente o cenário da mobilidade urbana atual.