Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 06/10/2017
Percebe-se que a população brasileira vem sofrendo com um problema, a imobilidade urbana, nas grandes cidades. Contudo, esse impasse traz diversos efeitos à sociedade, como a perda excessiva de tempo no trafego e além dos danos de saúde dos indivíduos. Por isso, é importante que essa situação seja analisada com mais cuidado.
É inquestionável que a grande perda de tempo está relacionada com a imobilidade nas vias. Embora a Constituição Federal de 1988 prescreva o direito de ir e vir aos cidadãos, parece que isso não está acontecendo, pois, o aumento de veículos nas ruas devido à grande facilidade de os brasileiros adquirir o carro próprio, favorece com que os motoristas passam boa parte do dia no trânsito mediante aos congestionamentos formados. Assim, essa perda de tempo, infelizmente, afeta as tarefas diárias dos indivíduos e desse modo, é de suma importância que esse direito seja colocado em pratica.
Outrossim, cabe ressaltar sobre os efeitos do transito caótico para com a saúde dos indivíduos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o congestionamento pode trazer problema crônico relacionado à imobilidade. Nota-se que boa parte dos motoristas apresentam quadro de estresse devido a problemática de trafegar nas vias brasileiras e isso afeta suas relações tanto no ambiente de trabalho, quanto familiar. Assim, é notório que a atual situação do trafego afeta na qualidade de vida dos cidadãos que transitam todos os dias nas estradas.
Fica claro, portanto, que o deslocamento nas vias públicas traz um leque de problema para os brasileiros. Por isso, os canais televisivos e as revistas deveriam exercer seus papeis sócias ao difundir, por meio de matérias aos cidadãos e propagandas socioeducativas, sobre a importância do trafego com mais qualidade e além de incentivar a população a cobrar das autoridades a ampliação e adequação dos transportes coletivos e das ciclovias com o objetivo de evitar os transtornos no trânsito e até problemas psicológicos. Ademais, o Ministério do transporte poderia usar uma parte dos impostos brasileiro para readaptar as ruas e avenidas, objetivando amenizar a imobilidade urbanas nas grandes cidades brasileira.