Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 04/10/2017
Congestionamentos quilômetros, péssima qualidade e superlotação dos transportes públicos são problemas diários das grande e médias cidades. A Constituição assegura a todos o direito de ir e vir. No entanto, os impasses mencionados ferem esse direito, tirando do brasileiro a plena mobilidade urbana -ir a um lugar, em um determinado tempo e com um meio eficiente-.
Primeiramente, sabe-se que, a má qualidade do transporte público, o aumento da renda média do brasileiro e o oferecimento de crédito ao consumidor são os grandes fatores da precariedade da mobilidade urbana no Brasil. Aquele é o principal fator pelo qual a população opta por um transporte individual, pois além do alto custo das passagens, o tempo de deslocamento e o número de usuários são muito grandes, causando superlotação nos meios públicos. A consequência deste e desde, segundo o Observatório das Metrópoles é que entre os anos 2002 e 2012 enquanto a população cresceu em 12,2%, o número de veículos aumentou 138,6%.
Em contrapartida, para solucionar o caos das ruas do Brasil, medidas foram e precisam ser tomadas. Como o rodízio de carros em São Paulo -cidade que mais sofre com a mobilidade- porém, do modo aplicado pouco melhorou o problema. Outras propostas são a construção de ciclovias e ciclofaixas para incentivar o uso de bicicletas, além de estações de trem e metrô, e assim reduzir o número de carros nas ruas. No entanto, nenhuma dessas propostas -isoladas- se mostrou eficiente para combater esse caos, é preciso ampliar essas para todo o país e criar novas medidas.
Diante disso, o Governo Federal precisa exigir que todas as prefeituras de médias cidades, com o auxílio de Arquitetos e Urbanistas, façam as estimativas de como estará o trânsito nos próximos anos, buscando medidas para previnir o que ocorre nos grandes centros urbanos. É preciso também que o Governo aplique as verbas destinadas ao transporte, de forma a melhorar o sistema público aumentando a frota de ônibus