Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 13/01/2021

No filme “Os farofeiros”, é retratado um grupo familiar indo a casa de praia, porém o engarrafamento encontrado deixou o que seria férias na praia em férias no trânsito. Infelizmente, uma narrativa não destoa da realidade brasileira, na qual, não apenas, mas principalmente os motoristas pela falta de circulação nas pistas por causa do inchaço urbano. Com o problema crescente de engarrafamento atribuiu uma má qualidade de vida no âmbito da cidade pela expressão.

Em primeiro lugar, segundo o sociólogo Émile Durkheim: “Um ambiente em crise, rompe uma harmonia social visto que um sistema corrompido não favorece o processo coletivo”, contudo a herança histórica da política rodoviarista do país não visou o tanto que investiria para esse tipo de transporte pela manutenção e a dificuldade de locomoção seria tão grave. De acordo com o Mundo Educação, em média um indivíduo pode passar até 45 dias do ano no trânsito.

Em síntese, o Governo Federal estimula a venda de automóveis não só pelo fato dos veículos gerarem uma parcela da economia para o país, como, por exemplo, na gasolina, peças para reparos. No entanto, o aumento  de passagem dos transportes, acarreta assim a má valorização da condução pública. Como resultado, sem outros acessos viáveis ​​os cidadãos preferem carros próprios, ou seja, mais poluição.

Portanto, são necessárias para resolver o impasse. Logo, o Ministério da Infraestrutura deve ampliar a oferta de funcionários no poder judiciário, que tratem de questões relativas à circulação civil, por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele deve constar que, ampliando a demanda de servidores os impasses do inchaço no trânsito e a locomoção vai diminuir. Espera-se, com essa medida que, os desafios da mobilidade urbana sejam freadas no Brasil.