Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 02/07/2019

Com o início da segunda revolução industrial, em 1850, o mundo passou por uma série de transformações na indústria. Com a descoberta do petróleo e com o demasiado aumento da urbanização, houve o crescimento acentuado de combustíveis destinados a automobilística, proporcionando assim, uma melhor mobilidade urbana para a população. Infelizmente, a desordenada expansão dos meios de transporte não se preocupou com a consequência que a emissão dos gases e fatores poluidores do meio ambiente poderiam acarretar.

De fato, o Brasil passa por uma série de problemas quando se trata de transporte, pois, a grande densidade da população nos centros urbanos acaba por acarretar engarrafamentos já nas primeiras horas da manhã. Em 1996, foi implantado na cidade de São Paulo, o plano “Operação em horário de pico” com o objetivo de diminuir o trânsito e o congestionamento local, assim como a emissão de gases rarefeitos como o gás carbônico. Tal medida, em vigor ainda em anos atuais, restringe em algumas horas do dia a circulação de carros baseados nos números finais de suas placas.

Por conseguinte, fica evidente a deficiência da mobilidade urbana brasileira. A priori, as rodovias foram a via de transporte definida no governo do JK para a distribuição de alimentos e especiarias em todo território nacional. Entretanto, o trafego exacerbado de caminhões nos autopistas federais, acaba por ocasionar os engarrafamentos. Segundo a folha de São Paulo, o excesso de caminhões nas estradas aumenta o numero de acidentes e o desgaste dos asfaltos com o decorrer do tempo.

Nesse viés, é inegável a necessidade de uma reformulação dos meios de transporte para a facilitação da mobilidade nos centros regionais. É importante que o Ministério da Infraestrutura em conjunto com o Ministério da Ciência e tecnologia, busque a atualização e a criação de ferrovias nas principais cidades do país, para que se tenha uma melhoria no bem-estar dos motoristas. Além disso, deve haver investimentos financeiros para a implantação de ciclovias que, além de melhorar o trânsito, diminuem a emissão de gases poluidores da atmosfera.