Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 29/10/2018

Para com os problemas de mobilidade urbana no Brasil, tem-se que o trânsito atual é caótico mesmo em pequenas cidades, e que a possível solução, os transportes coletivos e públicos, são um fracasso quase que por completo, tendo em vista o grau de rejeição dele para a população brasileira.

A priori, os projetos de tráfego no país não são de todos ruins, todavia, é difícil criar um sistema para uma enorme frota de veículos individuais sem, ao menos, ter espaço premeditado suficiente para fazê-lo. Logo, a solução mais óbvia e prática seria o uso dos transportes coletivos, como metrôs, e os mais comuns, os ônibus. Porém, mais mal feita do que os projetos de tráfego, foi a gestão pública de transportes urbanos “gratuitos”.

Semelhantemente à um monopólio, o governo detêm poder e controle sobre a mobilidade urbana pública, ou seja, cada estado controla a gestão interna dos transportes coletivos das cidades. E conclusões devem ser tomadas com base em resultados, que comicamente, a qualidade desse serviço prestado pelo governo é péssima, assim como quase todos outros serviços públicos. Visto que: o tempo de espera em estações é longo, o conforto é precário, superlotações são comuns, faltam reguladores de temperatura para os passageiros, e como se não bastasse, o preço é caro.

Portanto, para amenizar o trânsito caótico, um ônibus substitui em média 50 carros, e um metrô serve o mesmo que até mil veículos individuais, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, um “peso” retirado inclusive do meio ambiente. Logo, basta desconcentrar o poder desse serviço da mão do Estado, com a ajuda do Presidente da República, que tem autoridade para reestruturar o Ministério dos Transportes e torná-lo condizente com a realidade do brasileiros, ao abrir o livre mercado. Visto que a ampla concorrência de empresas deixa qualquer serviço mais barato e com qualidade cada vez melhor, com finalidade de conquistar novos clientes e que estimulará o uso dos transportes coletivos. Os monopólios são antidemocráticos e o Estado não é, e não deve ser um empreendedor.