Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 23/10/2018

Superlotação. Estresse. Trânsito. Filas. Este é o atual cenário no que diz respeito à mobilidade urbana brasileira e seus desafios enfrentados diariamente. Isso se evidencia não somente pelo caótico transporte público, mas também pelo crescimento do número de carros em circulação.

Em primeira análise, podemos apontar a precarização dos meios de transportes públicos como a principal falha na locomoção urbana. Exemplos disso são as péssimas condições que os meios são encontrados, cada vez mais lotados, condições estruturais péssimas e que não suportam a demanda exigida. Sendo assim, é inaceitável que, com os altos tributos pagos, não haja um retorno esperado, fazendo com que mais pessoas optem por outros meios de se locomoverem.

Além disso, na tentativa de fuga dos transportes públicos, mais automóveis circulam nos grandes centros. Segundo a FGV, a frota de carros cresceu 400% em 10 anos. Logo, ao invés de melhorias no setor, há uma grave piora com o aumento do trânsito, do estresse e prejudicando o aquecimento global, com uma maior liberação de CO2 na atmosfera, por exemplo.

A fim de solucionar esse empasse, é necessária a ação de agentes implicadores em melhorar a mobilidade urbana brasileira. Os prefeitos, com a ajuda do Ministério do Transporte, devem melhorar os transportes públicos, integrando toda a cidade, aumentando sua frota e analisando transportes alternativos, como os trens e metrôs, e ainda fiscalizar as empresas terceirizadas. Espera-se, com isso, uma substituição dos automóveis particulares pelos transporte público, melhorando a mobilidade.