Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 19/10/2018

Na Dinamarca, há uma cultura de valorização do transporte público. Em contrapartida, no Brasil, tem-se um incentivo de aquisição de veículos próprios. Decerto, o aumento de automóveis deixa a mobilidade urbana mais lenta. Devido a grande quantidade de pessoas que adquiriram carros ultimamente. Assim como a ausência de estímulo para um transporte alternativo, como a bicicleta, induz o indivíduo à utilização de meios de locomoções mais poluentes, sendo assim, mais sedentários.

Em princípio, nota-se um crescimento da população de classe média, hoje mais da metade da população no país, por conseguinte, cresce o número de transporte privado, pois os deslocamentos coletivos não favorecem os usuários, por causa da lotação. Segundo a ANTP (Associação Nacional de Transporte Público), um veículo público leva até 80 pessoas, enquanto um carro, em média menos de duas. Logo, precisam-se de mais conduções de massa, no intuito de reduzir a demanda de carro.

Outrossim, constata-se que o escasso encorajamento de locomoções sustentáveis,  não só contribuem para o aumento de tráfico de automóveis poluentes, como também para agravar doenças, por exemplo: o estresse e o sedentarismo. De acordo com o UOL (Universo Online), o paulistano passa cerca de um mês e meio no trânsito. Nesse sentido, percebe-se que a carência de veículos ecológicos, coopera para o surgimento de doenças. Assim, têm-se mais gastos à saúde e congestionamentos.

Faz-se necessário, dessa maneira, que para diminuir o engarrafamento, o Ministério dos Transportes, junto ao da Saúde mediante implantações de mais veículos coletivos, tais como, ônibus e trens, reduzam o uso de carros particulares dos passageiros, com o fim de ter menos congestionamentos. Além disso, por meio de locomoções sustentáveis, como, bicicletas gratuitas distribuídas nas metrópoles, as pessoas deixaram de contaminar o ar, e terão mais saúde, com o fim de ter um ambiente limpo. Diante do exposto, a sociedade será mais saudável e poluirá menos o espaço.