Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 18/10/2018
Mobilidade estagnada
O governo de Washington Luíz no ano de 1926-1930, ficou marcado pelas inúmeras implementações de rodovias no país.Todavia, tal avanço positivo naquele período acarretou reflexos negativos na sociedade contemporânea.Com a crescente de carros particulares e,consequentemente,o aumento da emissão de gases poluentes, a mobilidade do país tem sido alvo de debates.
Em primeiro plano,é importante salientar que as condições do transporte público refletem diretamente na mobilidade do país.De acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE, cerca de 96% das cidades brasileiras não apresentam plano de transporte,de modo que, fica evidente a falta de investimento do governo municipal e estadual,acarretando na propensão à adquirir um carro particular.
O aumento na aquisição de carros particulares coloca em alerta a questão ambiental do país.Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde, o Brasil registra cerca de 14 mortes em cada 100 mil habitantes, por ano,decorrentes da queima de combustíveis.Ademais,tal avanço automobilístico, deve-se ao crescimento da população do país, sendo sete vezes maior a população presente no início do desenvolvimento rodoviário.
Tendo em vista a falta de investimento e organização da mobilidade do país. É imprescindível a atuação do Governo, juntamente com o Ministério dos Transportes, a fim de investir na melhoria do transporte público e na reorganização do espaço,facilitando o indivíduo a se locomover.Ademais,restrição de tráfego a determinados veículos em horário de transito intenso e a divulgação de caronas solidárias na redes socias, irá ocasionar uma maior fluidez no transito e uma diminuição na emissão de poluentes. Feito isso,a mobilidade do país terá uma melhora gradual e o ambiente será menos prejudicado