Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 11/10/2018
Com o intuito de melhorar o tráfego nas rodovias do país, o Presidente Eurico Gaspar Dutra criou estradas, o que desencadeou uma série de melhoras nesse setor ao longo do século XX. Contudo, mesmo com todos os avanços na locomoção dentro do país, as necessidades estão além de reformas para o setor automobilístico. O déficit de transporte necessita de investimentos alternativos e é imprescindível que isso seja feito para melhorar a circulação da sociedade.
A priori, cabe destacar que a falta de investimento em modais de transporte coletivos é a causa do inchaço veicular nas rodovias. Desde a fundação do metrô no Rio de janeiro, não houve o acréscimo de linhas para as periferias, restringindo a migração pendular à modais individuais para integrar os municípios, como não há ciclovias para a locomoção na maioria das cidades, muitos optam por carros para transporte. Tal situação agrava o número de veículos que trafegam nas rodovias, contribuindo para a geração de engarrafamentos e congestionamentos, dificultando a mobilidade eficaz no Brasil.
Por conseguinte, a escassez de alternativas para a locomoção colabora para gargalos na transição no país. Segundo o G1, o Brasil é o país que tem o pior trânsito em suas metrópoles do mundo, pois há muitos automóveis na rua e a infraestrutura não está preparada para abranger-los. Portanto, é necessário atenção para esse setor, afim de que esses desafios de integração intermunicipal sejam superados em prol da circulação eficaz.
Em vista disso, é de suma importância que o Governo assuma sua responsabilidade diante desse impasse, criando medidas para a expansão de modais de transporte, por meio de incentivos ficais a empresas privadas para a ampliação de seu trabalho na infraestrutura nas cidades, como a criação de linhas de metros e trens que se estendam para as periferias, tendo como fim a diversificação de opções para a integração da sociedade sobre o seu território. Assim, haverá alternativas de mobilidade urbana em detrimento dos modais individuais nas rodovias.