Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 10/10/2018

É incontrovertível que o aumento populacional e número de transportes individuas torna-se, cada vez mais, crescente. Não obstante, observa-se que, no Brasil, o problema da mobilidade urbana persiste intrinsecamente ligada a realidade do país, ocasionando super lotação e prejudicando o meio ambiente. Nesse sentido, torna-se necessário a busca por melhorias sociais e ambientais no meio citadino.

Em primeira análise, é valido ressaltar que o Estado é falho na atuação contra medidas que ocasiona super lotação. Segundo dados do Observatório das metrópoles, no Brasil, o número de pessoas cresceu 12,2% bem menor que o número de veículos, o qual registrou crescimento de 138,6%. Assim, evidencia-se a excessiva quantidade de transportes individuais que transitam pelas ruas das  grandes cidades. Ademais, o tráfego dos mesmos  causa efeitos degradantes ao meio ambiente, liberando CO2(dióxido de carbono) substância química principal responsável pelo aumento do aquecimento global na atmosfera, diversificando problemas também na saúde humana.

Contudo, caminhamos lentamente em direção a uma solução para o problema. Apesar dos transportes público serem alternativas eficaz para população, os mesmos torna-se ineficientes pela má qualidade. Dessa forma, de modo exposto, observa-se a defasagem no meio urbano, ocasionada principalmente pela falta de gestão pública, prevalecendo a contínua super lotação nas vias urbana.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O governo em parceria com o Ministério dos Transportes deve instituí a adoção de rodízios e pedágios urbano, fazendo restrições de circulação de veículos em horários determinados e a cobrança de tarifas para utilização de infraestrutura urbana. Aumentando assim, a qualidade e eficiência dos transportes públicos, desenvolvendo meios de deslocamentos focados nesses veículos. E o Ministério do Meio Ambiente desenvolva ciclofaixas para os meios de transporte que causa menos impacto ao meio ambiente.