Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 18/07/2018
Em 1950, o presidente Juscelino Kubitschek priorizou a construção das rodovias e trouxe as industrias automotivas para o Brasil. A valorização do veículo privado e a falta de investimentos nos transportes públicos tornou a mobilidade urbana mais difícil causando graves problemas nas cidades brasileiras, por exemplo a poluição e os engarrafamentos quilométricos.
O governo brasileiro diminuiu o IPI (imposto sobre produtos industrializados), o que estimulou e facilitou as pessoas a adquirirem seus veículos, aumentando o número de carros no transito, inchando as ruas, causando os engarrafamentos e mais poluição sonora e do ar.
Sem o investimento nos transportes públicos, que cada vez mais, têm suas taxas aumentadas, o cidadão não vê melhorias e ainda sofre com a falta de infraestrutura adequada fazendo então que esse último busque comodidade e agilidade em seu próprio veículo, que nem sempre é uma boa alternativa, já que um carro com lugar para cinco pessoas, levará somente uma, ocupando mais espaço nas ruas.
Dado o exposto, o ministério do transporte primeiramente deve diminuir as taxas de utilização dos meios de locomoção públicos para que todos os cidadãos possam ter acesso. Também é necessário que esse mesmo ministério cobre das empresas de ônibus e metrô, melhorias na infraestrutura e comodidade das frotas e vagões. O ministério das cidades, a fim de descongestionar o trânsito e diminuir o tempo dos citadinos nas vias, proponha as prefeituras projetos de incentivo a utilização de transporte público mostrando aos populares os benefícios para a cidade e meio-ambiente, em conjunto, novas alternativas para que as pessoas da urbe possam se locomover de forma agradável e facilmente, um exemplo é a construção de ciclofaixas.