Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 02/07/2018
No século XIX, o ex-presidente Juscelino Kubitschek incentivou a entrada de meios automobilísticos no Brasil. No entanto, a problemática gerada pelo número crescente de automóveis nas grandes cidades, seja pelo prejuízo ao meio ambiente ou pela locomoção caótica e difícil nas metrópoles, faz com que tal inserção do passado apresente mais malefícios do que benefícios.
Dessa maneira, é indubitável que a má qualidade dos transportes públicos esteja entre uma das principais causas do problema. De acordo com o jornal “Gazeta Online”, a preferência por carros é maior com tal falta governamental. Assim, mais veículos representam maior liberação de gás carbônico, o que agrava o aquecimento global, uma vez que, ter o próprio meio de locomoção em detrimento à altos preços dos ônibus e também maior segurança, para a população apresenta mais vantagens do que auxiliar o planeta.
Consoante à isto, a mobilidade torna-se complicada devido ao trânsito conturbado. Desse modo, a presença de muitos carros, principalmente em horário de pico, e também o fato de que majoritariamente moradias próximas aos centros são mais caras, ou seja, é necessário que os moradores recorram a locais com maior distância, faz com que sem as devidas medidas e atenção do Governo Federal, a problemática continue a crescer de maneira exponencial.
Portanto, a fim de harmonizar a relação do homem com o ambiente e também com a sociedade, empresas privadas em parceria com o Governo Federal devem ampliar a implantação e a ampliação de ciclovias, para que o número de gases estufa liberados diminua, e a população por meio de campanhas e protestos iniciados nas redes sociais podem buscar por melhorias nos meios de transportes públicos urbanos. Logo, incentivo à caronas solidárias pode ser disseminado nas cidades entre os trabalhadores através de grupos online, diminuindo assim o número de veículos em horários de pico.