Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 25/06/2018

Em 1956 Juscelino Kubitschek assumiu a presidência do Brasil e um de seus principais projetos foi a implementação de diversas rodovias no país. Com essa necessidade de mostrar algum serviço, provavelmente não imaginou que seu plano, em algum momento,prejudicaria a mobilidade urbana. Até hoje o problema persiste e, por isso, o assunto deve ser colocado em pauta para amenizar os danos gerados pelo excesso de veículos.

Em primeiro lugar, nota-se que a precariedade dos transportes públicos contribui bastante para o aumento do número de automóveis particulares nas ruas. Também há uma falha na implementação do rodízio, haja vista que muitas pessoas acabam adquirindo outro veículo para poder continuar circulando, mantendo o problema do engarrafamento.

Em segundo lugar há falta de investimento em outros meios de locomoção. O trem, por exemplo, seria bastante eficiente, tendo em conta que pode percorrer grandes distâncias sem gerar muitos gastos para o governo. Facilitaria não só o transporte de pessoas, mas também a movimentação de cargas, seja de alimento ou combustível, de um estado à outro.

Diante dos fatos citados é possível inferir que o governo deve investir mais em veículos públicos, acabando com suas condições precárias e em seguida, por meio de campanhas nas ruas e redes sociais, estimular seu uso. Ademais, aplicar capital em linhas ferroviárias seria uma boa alternativa para melhorar a circulação no país.