Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 21/06/2018
Poluição, acidentes, engarrafamentos. Este é o cenário atual das rodovias e avenidas Brasileiras. Nesse contexto, é visível constantemente nos noticiários relatos do descaso da mobilidade urbana, a qual gera vários problemas de locomoção populacional. Neste aspecto é valido analisar os principais impasses a serem enfrentados para a evolução dos meios de transportes e as possíveis soluções para essa problemática.
Primeiramente, é importante salientar que um dos desafios para o desenvolvimento da mobilidade urbana está na diversificação dos tipos transportes. A dependência relacionada aos automóveis individuais surgiu na Era JK com a implantação das indústrias automobilísticas e no aumento do poder aquisitivo da população advindo do capitalismo. Nessa lógica, é perceptível o grande fluxo de carros em virtude da precarização dos coletivos devido à ausência de infraestrutura interna, mecanismos de integração e má distribuição. Dessa forma, é essencial a promoção de melhorias nos serviços prestados pelos transportes públicos para garantir a qualidade de ir e vir dos indivíduos.
Diante disso, outro problema relacionado á locomoção diária da população se diz respeito à dificuldade da substituição do uso da energia fóssil pela limpa. Isto porque, em termos biológicos e geográficos a queima de combustíveis fosseis provoca a emissão de grande quantidade de dióxido de carbono ocasionando, assim, o efeito estufa. Nessa visão, quanto mais carros maior será a poluição, o que revela a necessidade de diversificar as modalidades de transporte público para diminuir o excesso de emissões e o número automóveis. Neste sentido, é imperativa a reformulação das bases energéticas do país além da inserção de projetos que visem ampliação das linhas de ônibus.
Torna-se evidente, portanto, a importância de conciliar mobilidade com meio ambiente para o progresso econômico do país. Seria relevante que o Estado em parceria com o Ministério dos transportes ampliasse a modalidade mediante a incorporação de linhas férreas nas cidades com o intuito de reduzir a quantidade do uso de carros pelos indivíduos, o que é ideal para a grande extensão do país. Ademais, cabe a eles também investir mais na infraestrutura, distribuição e mecanismos de anexação em pontos estratégicos de ônibus e coletivos com o uso da biomassa que é menos prejudicial ao ambiente objetivando, assim, maior flexibilidade e credibilidade aos usuários.