Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 08/06/2018

No Brasil, um dos maiores desafios atuais é a qualidade nos transportes públicos, sustentabilidade e preços acessíveis para os usuários. Porém, esta meta está longe de ser alcançada. Isto porque a inflação urbana e a falta de infraestrutura impedem o fortalecimento de um plano viário qualitativo para veículos e pessoas. Desse modo, faz-se de extrema importância, portanto, que medidas sejam tomadas através de investimento e qualificação de vias, as quais podem ser efetivadas com o auxílio do Ministério Publico.

Em meados dos anos 50 foi criado o Modelo Rodoviarista, implantado por Juscelino Kubistchek com o intuito de progresso de 50 anos em 5, tendo como um de seus focos de atuação priorizar a estruturação do sistema rodoviário. No entanto, atualmente, o sistema de transporte no Brasil é bastante limitada à rede de rodovias, privando e dificultando o acesso de outras vias. Assim, as razões para a imobilidade urbana no Brasil, além da limitação das vias, é a falta de investimento, resultando a baixa qualidade do transporte público, ocasionando o aumento do uso de veículos individuais em detrimento de viaturas coletivas. Também pode-se destacar o baixo investimento no transporte ferroviário, pois são poucas as capitais urbanas que possuem linhas de metrô.

Por conseguinte, o uso demasiado dos automóveis pode torna-se prejudicial à sociedade com a emissão de poluição nas metrópoles, devido aos gases poluentes emitidos pelos veículos. Isto tem criado uma grande demanda por alternativas de transporte sustentáveis. Ademais, a má qualidade dos meios de locomoção públicos faz com que o cidadão almeje adquirir um veículo particular, o que nessas condições dá ao automóvel a facilidade e liberdade de deslocamento, pois de acordo com a Constituição Federal do Brasil de 1988, todo indivíduo, sem restrição, tem o direito da liberdade de ir e vir. A crise da mobilidade urbana no Brasil atinge principalmente as capitais, pois são nelas que se encontram os maiores índices de engarrafamento e acidentes no trânsito.

Portanto, com a expectativa de minimizar tais impasses, é vital que o Ministério Publico invista em setores ferroviários e metroviário, com objetivo de possuir mais de uma maneira de locomoção, pois como dizia o politico Juscelino Kubistchek, governar é abrir estradas, assim como é crucial as melhorias no transporte de massa, criando mais frotas de ônibus, garantindo conforto e acessibilidade aos usuários, concedendo a redução da superlotação nos transportes, com a finalidade de incentivo ao uso do transporte coletivo, evitando congestionamentos e diminuindo a poluição nas cidades. A mídia e

Ministério da Educação também devem incentivar a sociedade a utilizar o transporte público com campanhas que indiquem os benefícios tanto sociais, quanto ecológicos dessa ação.