Os desafios da mobilidade urbana no Brasil
Enviada em 29/05/2018
Talvez Foucault estivesse enganado: no Brasil, a vigilância do Panóptico social é falha e não resolve, suficientemente, os obstáculos referentes à mobilidade urbana. O filósofo, possivelmente, estaria assustado com os alarmantes dados que se referem ao acúmulo de veículos individuais, que causam prejuízo de locomoção nas cidades, enquanto a sociedade não vigia e ignora esse óbice. Essa constatação evidencia problemas relacionados ao crescente número de acidentes, pondo em debate a problemática da moradia e do transporte, junto à necessidade de buscar alternativas para resolvê-la.
É importante citar, em primeira análise, as causas associadas aos transportes públicos no Brasil. Ampliando-se o sentido semântico do Panóptico, a vigilância da sociedade funciona como instrumento de controle preventivo. Não obstante, a má qualidade de veículo públicos nas metrópoles incentiva a compra de transportes individuais, em meio a isso, acrescenta-se, também, os atos de vandalismo contra os transportes públicos já existentes, precarizando-os. É importante citar, também, que a quantidade de veículos coletivos é baixa, o que dificulta a distância de um ponto a outro nas cidades, provando que uma parte da sociedade não utiliza os bens urbanos. Com isso, o Estado não oferece condições agradáveis para as pessoas se deslocarem, por isso, o país tem deficiência em relação a mobilidade urbana e a sociedade permanece a ignorar o óbice.
Ademais, é necessário ressaltar as consequências da elevada circulação de transportes. Do livro “1984”, de George Orwell, infere-se que expor os problemas sociais para a população abre caminhos para o pensar e para as soluções. Com isso, o colapso do país é a grande movimentação nos centros urbanos que causam um crescente índice de acidentes. Além disso, o fluxo de transportes causa o sobrecarregamento do espaço, assim, dificulta a passagem dos veículos, atrasando os passageiros, que resulta na carga horária de trabalho e de lazer menores. Esses problemas, que interfere no dia-a-dia dos indivíduos, pode mexer, também, com o psicológico da sociedade pela grande poluição sonora que é causada. De fato, não se deve ignorar a problemática.
Desse modo, expõe-se a necessidade de solucionar os desafios da mobilidade urbana no Brasil. Para tal, é necessário desenvolver leis de mobilidade urbana para municípios pequenos, médios e grandes. Com isso, o Estado deve estabelecer um preço acessível de tarifas e integrar os diversos meios de transportes nas cidades. Ademais, o Governo deve desenvolver melhorias nos transportes públicos e fortalecer a vigilância do patrimônio publico. Nas escolas, é importante que se crie projetos de conscientização, com o apoio do DENATRAN e governamental. À mídia cabe o papel social de expor os problemas sociais. Destarte, o Panóptico torna-se consciencial.
ALVEZ FOUCAULT ESTIVESSE ENGANADO:NO BRASIL, A VIGILÂNCIA DO ANÓPTICO SOCIAL É FALHA E NÃO RESOLVE, SUFICIENTEMENTE, OS OBSTÁCULOS REFERENTES A MOBILIDADE URBANA. O FILÓSOFO POSSIVELMENTE ESTARIA ASSUSTADO COM OS ALARMANTES DADOS QUE SE REFEREM AO ACUMULO DE VEÍCULOS INDIVIDUAIS QUE CAUSA PREJUÍZO DE LOCOMOÇÃO NA SOCIEDADE, ENQUANTO A POPULAÇÃO NÃO VIGIA E IGNORA ESSE ÓBICE. ESSA CONSTATAÇÃO EVIDENCIA PROBLEMAS RELACIONADOS AO CRESCENTE NÚMEROS DE ACIDENTES, QUE PÕE EM DEBATE, QUESTÕES DE MORADIA E TRANSPORTE, BUSCANDO ALTERNATIVAS PARA RESOLVÊ-LA.
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