Os desafios da mobilidade urbana no Brasil

Enviada em 21/06/2018

Na civilização romana, a muitos anos atrás, utilizavam-se muito de estradas para locomoção, principalmente para enviar mensagens de cidade para cidade. Tendo em vista, até os dias de hoje utilizamos estradas, entretanto, com uma carga muito maior de trânsito, visto que usam-se carros, bicicletas, motocicletas, dentre outros. Com isso, problemas de mobilidade urbana surgem, a população gasta muito tempo no trânsito e perde algumas horas de lazer, por conta da má gestão governamental.

Haja vista, segundo o sociólogo Émile Durkheim o fato social é uma ação conjuntural da sociedade que é generalizada, coercitiva e exterior ao indivíduo. Outrossim, no Brasil, os pais que possuem condições financeiras, compram carros para os filhos habilitados ao completarem dezoito anos e inevitavelmente o fluxo de carros nas estradas aumenta.

Outro aspecto a ser considerado é o tempo gasto no trânsito, principalmente em carros privados, que são mais utilizados por causa da ineficácia e desconforto dos transportes públicos à disposição do brasileiro. Por outro lado, o Estado não deve tentar diminuir o número de automóveis privativos, pelo contrário, aumentar as opções de locomoção em rodovias e transportes públicos, sempre tendo como prioridade a qualidade.

Dessa forma, as Prefeituras Municipais devem avaliar a demanda e os gastos para melhorar a locomoção municipal, atrelado a implementação de transportes marítimos e ferroviários se necessário. Sendo assim, o Ministério da Transparência e Controladoria-geral deve monitorar se a lei de mobilidade urbana está sendo ratificada, por conseguinte punir caso ferir o estatuto e houver prejuízos ao meio ambiente. Ademais, essas propostas gerariam mais empregos, melhorariam o meio ambiente e a transição nas cidades.