Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 27/08/2022
No livro “Os números do amor”, da Helen Huang, além do foco romântico, é retratado as dificuldades cotidianas da protagonista com espectro autista. Fora da ficção, a realidade é que a inclusão/participação de pessoas com a síndrome em diversas áreas da atuação é escassa. Isso deve-se à falta de informação e ao preconceito da sociedade.
A ‘‘Atitude Blasé’’ é uma crítica do sociólogo alemão , Georg Simmel, em que o homem age com indiferença em abordagens de importância. Dito isso, pode-se destacar que, a pouca discussão existente acerca dos sintomas do transtorno mental é centralizada apenas na dificuldade de aprendizagem e de comunicação e socialização em geral. Apesar de o diagnóstico naõ ser preciso, mesmo nos dias atuais, é necessário ter um conhecimento básico para situar-se diante da questão abordada para que opiniões populares não reflitam negativamente nas pessoas com autismo no Brasil.
Consequentemente , há o cenário prático e injusto perante a negligenciação por parte da população. Nesse caso, há o grande equívoco em ‘‘problematizar’’ o indivíduo autista e seu comportamento e defini-lo como incapaz de desenvolver atividades em sociedade. Dessa forma, o contexto, infelizmente, presente na comteporaneidade, é totalmente prejudicial para o desenvolvimento da vítima em questão.
Contudo, diante dos fatos apresentados, é crucial que sejam tomadas as devidas providências. Portanto, cabe Ministério da Saúde e ao Ministério da Educação promoverem eventos sobre o Trantorno do Espectro Autista (TEA) em escolas e em demais instituições públicas com psiquiatras e neurologistas para esclarecer as informações necessárias à respeito do assunto, como os principais compotamentos e cuidados especiais. Dessa maneira, será possível detectar a síndrome com antecedência, acompanhá-la com o tratamento adequado e desmitificar a visão preconceituosa do TEA, a fim de minimizar os desafios enfretados pela população autista.