Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 10/08/2021

No século vigente, é perceptível o avanço científico quando a problemática é diagnosticar doenças, como o autismo. Esse fator implica na necessidade de discuti-lo, principalmente no Brasil, em como é necessário adaptar ambientes públicos como escolas. Além disso, a persistência dessa discussão é importante para desmistificar que as pessoas com transtorno do espectro autistas são deficientes, porém não devem ser excluídas da sociedade.

A priori, é necessário discutir sobre adaptar ambientes públicos para autistas. Esse fator é facilmente exemplificado quando uma criança deficiente começa a frequentar a escola e sofre com a exclusão social, demonstrando como a adaptação para autistas deve ser mais cuidadosa, um fim de não causar desconforto e proporcionar experiências que os motivem a conviver socialmente. A discussão sobre essa problemática, em escolas e instituições estudadas e federais, faz-se importante por ser um dos primeiros contatos sociais do autista com outras pessoas, propagando a conscientização dos alunos sem o espectro autista, para que a inclusão de todos seja feita de forma natural.

A posteriori, é preciso desmistificar que pessoas com transtorno do espectro autista não devem ser excluídos. Na série “The Good Doctor” esse fator ocorre, no qual o doutor Shaun Murphy, que é autista, é considerado incapaz de exercer suas funções como médico, quase não sendo contratado para uma equipe, demonstrando como até os médicos não compreendem uma doença que eles diagnosticam. A discussão sobre essa temática tem o propósito de incluir essas pessoas e corroborar para que não sejam excluídas ou impedidas de aplicar o que quiserem, independentemente de suas deficiências.

Portanto, note-se como a discussão acerca do autismo no Brasil é evidentemente necessária, um fim de proporcionar qualidade de vida para as pessoas com o transtorno do espectro autista. Ações para isso, devem ser caracterizadas como urgência, como o incentivo à pesquisas científicas, por parte do Ministério da Saúde, para determinar como essa doença existe e conseguir amenizar seus impactos ou até mesmo encontrar uma cura, um fim de corroborar uma integração social e conscientização, não só nacional, mas também mundial acerca do autismo.