Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
O dia 2 de abril, instituído pela ONU, é como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. No Brasil possui cerca de 2 milhões de autistas.
Uma professora do IP, nos Estados Unidos, um paciente diagnosticado com autismo tem o tratamento de Terapia Comportamental. No Brasil, tal não é permitido, logo foi requisitado o uso do método. É certo dizer que no Brasil há pouca visibilidade quando apenas em 1993 quando a síndrome autista foi adicionada ao quadro de doenças mundiais da saúde. Há poucas escolas, o Brasil não tem estudos sobre autismo. Não temos números oficiais. Sem inclusão trabalhista para estes, muitos contém a habilidade de manuzear, organizar, empacotar; Onde claramente conseguem trabalhar, mas o governo atual não atua ativamente sobre eles.
Tratamento básico são negados, e há uma grande burocracia por trás para conseguir direitos de tratamento. Para isto deveria existir orgãos públicos especiais para essas ocasiões como as escolas, leis e tratamentos principalmente. Pouco vimos notícias, na Tv como filmes e séries. No entanto, uma se destaca. No serieado “Atypical” conta a história de Sam Gardner, um rapaz de 18 anos diagnosticado com autismo. Certo episódio mostra onde o protagonista iria para uma festa, os sons da festa e música era peturbadores para ele, na solução da série foi festejar com fones de ouvidos, onde cada pessoa utilizaria um, para que pudessem escutar a música em conjunto e não atrapalhar Sam.
A visibilização é importante para evitar a segregração social. A segurança do aprendizado e garantia de tratamento, políticas de saúde são indispensáveis para todos. Mais atenção como exposição em mídia e campanhas feitas pelo o governo Brasileiro, pois esses são os direitos básicos para a sobrevivência.