Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
O filme Tudo que Quero, discorre sobre a história de Dakota, uma menina diagnosticada com autismo, mas que deseja pasticipar de uma competição de escrita. Nesse ínterim, o Brasil possui uma grande porcentagem de pessoas com autismo, em que passam por desafios de inclusão em diversas áreas presentes nas sociedades brasileiras. Isso se dá pela falta de políticas de sáude para o tratamento e estudo da doença, assim como, as estruturas das escolas, que não se mostram preparadas para receberem alunos com a tal enfermidade.
Apesar do grande avanço tecnológico no campo da sáude, o diagnóstico do autismo ainda não é preciso. Nessa analogia, há falta de conhecimento sobre esse transtorno, por parte da população, e dessa forma, além do problema não ser abordado como deveria, também traz consequências pessoais causadas pelo bullying e preconceito. Consequentemente, pessoas que apresentam a disfunção, não se sentem incluídas no espaço onde vivem.
Como agravante, escolas não possuem estrutura e informações necessárias para acolher alunos com necessidades especiais, causando assim, um sentimento de inferioridade. Semelhantemente, tem-se o exemplo do fundador da Microsoft, Bill Gates. Diagnosticado com três anos de idade, ele afirma ter passado por discriminação e preconceito, mas não se deixou acreditar que era inferior ou incapaz.
Como garantia do bem-estar, direito à saúde e equidade social, o MEC e o Ministério da Saúde, devem, por meio de campanhas educacionais e investimentos nos estudos de diagnósticos do autismo, promover um amplo conhecimento do assunto, trazendo assim, as verdadeiras informações sobre a doença. Além disso, a ANS (Agência Nacional da Saúde) deveria criar uma obrigatoriedade dos planos oferecerem terapia sem limite de consultas.
Desse modo, com o maior acesso às informações, a falta de inclusão dos autistas na vida social, deverá diminuir.