Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Na série “Atypical’, produzida por Jennifer Jason Leigh, retrata o cotidiano de um garoto chamado Sam, que possui traços de autismo, em busca do romance e da indepêndencia. De maneira análoga a série, apesar da alteração neurológica que o transtorno causa, muitas pessoas autistas conseguem levar a vida como qualquer outro indivíduo. Porém, o processo de inclusão para essas pessoas é muito mais restrito, devido às suas debilitações, assim sendo necessário projetos de inclusão na sociedade para os mesmos.

Apesar do esteriótipo que a sociedade impõe sobre os autistas, grande parcela deles estudam, trabalham, e criam uma família, chegando a ter um comportamento próximo do “pradão”. Em 2020, foi criada a hastag #respectro que unia as palavras respeito e espectro como tema mundial da campanha de conscientização do autismo, o intuito era conscientizar as pessoas que o autismo possuia enormes diferenças de indíviduo para indivíduo e pedir à elas respeito desses espectros. A conscientização é o primeiro passo para a inclusão desse grupo.

Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro aprovou uma lei que obriga a inclusão, nos sensos demográficos, ter informações específicas de pessoas com autismo, devido a inexistência de dados oficiais sobre as pessoas com esse transtorno. Mesmo com a lei aprovada, a exclusão ainda é clara dessas pessoas, muitas são rejeitadas em escolas, faculdades e até mesmo em empregos. Para um mudança maior nesse meio, é necessário campanhas e disponibilização de cotas para pessoas com autismo.

Em suma, a sociedade ainda tem que fazer mudanças drásticas para uma melhor inclusão, entre elas, paletras de conscientização em escolas, parques, shoppings, faculdades e áreas públicas. É preciso um maior estudo do transtorno, para saber lidar com essas e pessoas, e acolhe-las da melhor forma possível.