Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Inserir uma pessoa autista na sociedade moderna atual,não tem sido uma ideia recente. Há anos profissionais especializados na área visam em prol do melhoramento social autista. Porém vem sendo cada vez mais difícil ver alguma mudança. Visto que existe ainda muito preconceito para com os deficientes sociais. A série “The good doctor” aborda um pouco da vida do Shaun de sua infância até a sua vida adulta, e os desafios para que ele tivesse uma vida social ativa com amigos,família,e até mesmo em seu trabalho no hospital,onde ele se demonstra incrivelmente habilidoso em suas conclusões clínicas e cirurgias. E ao longo da série,percebe-se que o preconceito vai desaparecendo à medida que Shaun vai sendo conhecido por outros personagens,e evoluindo socialmente. Enquanto a igualdade vai tomando lugar.

Buscando a igualdade para com os autistas em políticas públicas,como educação,trabalho,atendimento clínico e etc,existe-se a lei 12.764. Mas como fazer com que essa igualdade exista? Como convencer os gerentes a atenderem essas pessoas? Sendo visível que a quebra na economia não ajuda,e a falta de profissionais para supervisionar e auxiliá-los está cada vez mais crescente? Ainda sim,com a existência de diferentes graus no autismo,também existira a existência de diferentes problemas aparentes num meio social como a escola por exemplo. Ou seja,o governo em si também não seria responsável pela falta de abordagem do assunto?

O fato é que,existe resposta para todas essas perguntas. E a resposta para isso é que a sociedade como um todo simplesmente ignora a presença de pessoas com deficiências sociais. Assim o preconceito quando encontram uma,é totalmente aparente. O grande problema se deve pelo fato de quererem inserir essas pessoas em ambientes que não estão propriamente preparadas para tal ocasião.

Em prol do bem estar, melhoramento social, e gastos ecnômicos balanceados, o correto a se fazer em tal situação, seria ter um ambiente educacional próprio para autistas do nível 2 (moderado) e 3 (severo), a fim de recebê-los da melhor maneira, para que assim as crianças essas crianças possam ter um veslumbre de que existem outras iguais a ela, o que melhoraria consequentemente o lado social e empático. Já crianças com grau mais abaixo (nível 1), podendo ser inseridas desde cedo para aprenderem a se comunicar e interagir com outras crianças. As famílias de rendas baixas, deveriam receber auxílio do Governo para assim poderem manter essas crianças tendo o tratamento com profissionais caso necessário, o mesmo se deve para situações em que o indivíduo se encontra sem amparo familiar.