Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 06/06/2021
Em certo ponto de sua vida Albert Einstein mencionou que é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Aborda a dificuldade de romper com paradigmas enraizados na sociedade, o físico do século XX já condizia com a realidade enfrentada por 2 milhões de brasileiros, esquecidos e desvalorizados, os autistas lutam por inclusão em um país encaminhado ao preconceito.
O pensamento retrógrado relacionado ao autismo acarreta em exclusão dentro da sociedade. O preconceito começa com a idealização do indivíduo a uma inutilidade, sem desenvolvimento de atividades enquanto é apenas uma síndrome caracterizado com respostas anormais a estímulos auditivos ou visuais, definição segundo a OMS (organização mundial da saúde).
A ignorância acerca dessa condição neurológica ocasiona em situações traumáticas na vida do autista como, por exemplo brincadeiras no âmbito escolar não adaptadas as suas condições, podendo gerar um estresse traumático desnecessário, facilmente evitado com a conscientização da população acerca de seu funcionamento neurológico.
A falta de conhecimento da sociedade acerta dos comportamentos autistas gera um estranhamento e consequentemente, a exclusão social. É urgente que a indústria de mídias no Brasil use de seu alcance populacional e aborde sobre tratamentos ao autista e conhecimento suficiente para um possível diagnóstico. O corpo social que entende o comportamento do autista e não relaciona a condição neurológica a doença, inclui-o em atividades sem preconceito ou diferenciação.
ALUNA; Beatriz Reis