Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

No documentário “em um mundo interior”, retrata a história de sete famílias com adolescentes de 3 a 18 anos e todos são autistas. Dessa maneira, vale salientar que muitos julgam essa doença sem saber nem um pouco dela, gerando um preconceito social pela falta de conhecimento. Desse modo, faz-se relevante a analise de duas vertentes, a dificuldade da inclusão social e a negação da doença.

Em primeira instância, vale ressaltar que o autista além ter bastante dificuldade na inclusão social também está apto a preconceito. Por conseguinte, o autismo foi diagnosticado pela primeira vez durante a segunda guerra mundial e quem era portador da doença era simplesmente excluído do sistema. Assim, mostra que a inclusão e o preconceito já vem de gerações e conseguir tirar essa imagem do autismo pra a sociedade vai ser complicado.

Em segunda instância, é válido relembrar o alto número de família que negam a doença e muitas vezes por vergonha ou até mesmo medo. O autismo é dividido em três graus: leve, moderado e severo sendo o o tratamento mais eficaz quando diagnosticado de forma precoce. Entretanto, muitos pais não aceita que seus filhos possui o autismo e por orgulho acaba mascarando a doença e não procura o tratamento ideal para a doença, incluindo assim seus filhos na sociedade de forma frustrante.

Portanto, o governo em parceria com o ministério da saúde deve promover campanhas sobre o autismo e a importância do tratamento e da aceitação da doença, por meios de palestras nas escolas ou até mesmo nas ruas com o intuito de ajudar os pais a identificarem a doença em seus filhos e saber como lidar incluído na sociedade. Com isso, os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil vai diminuir.