Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 06/06/2021

Na literatura brasileira, Machado de Assis retratou a discriminação contra os deficientes em sua obra realista Memórias Posthumas de Brás Cubas, cujo protagonista se apaixonou por uma mulher “enrugada”, mas não se casou com ela por deficiência. Hoje em dia, muitas pessoas com doenças neuropsiquiátricas também coletam de exclusão social. Portanto, o desafio do Brasil de incluir os autistas é baseado na desinformação e no preconceito. Além da falta de qualificação profissional educacional adequado, o Brasil se configura o Trauma social. Em primeiro lugar, a falta de informação sobre o autismo é um dos principais diretrizes para que essas pessoas se integrem à sociedade.

Portanto, em alguns avanços no campo científico, pouco se sabe sobre essa doença, o que leva ao afastamento do sujeito. Diante disso, todas as coisas desconhecidas vão causar medo, por isso é difícil integrar essas pessoas na sociedade, porque a falta de informação leva a Preconceito e discriminação. Além disso, segundo dados da USP 2018, só em 1993 o autismo foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde, o que confirmou a falta de compreensão do assunto.

Portanto, é necessário estabelecer um mecanismo de notificação às instituições sociais para que esses indivíduos sejam tolerados. Além disso, a falta de competências técnicas dos funcionários da escola também é um dos alunos para a educação e socialização das crianças com autismo. Segundo Aristóteles, o ser humano é uma espécie de existência social, Notório, é necessário que o Estado disponibilize mecanismos de qualificação profissional educacional por meio do Ministério da Educação, treinamentos, palestras e orientações sobre como lidar com os alunos portadores da doença, para que pode se desenvolver e conviver em sociedade.

O Ministério da Educação deve realizar atividades publicitárias, fazer com que o público entenda melhor esta doença desconhecida, e também deve formar uma aliança com as instituições familiares, para que valores como respeito e tolerância possam ser acionados para minimizar os preconceitos existentes. E trazê-los para a esfera social